mai
28
2015

Como atrair mais clientes para seu estabelecimento.

Não dá para ignorar: os consumidores não são mais os mesmos. Perderam aquela ânsia de comprar dos tempos de bonança. E, quando entram em uma loja, abrem a carteira com mais cuidado.

De acordo com a pesquisa ‘A crise no mundo’, realizada pelo Ibope em parceria com a rede World Wide Independent Network of Market Research, 52% da população de 25 países estudados, entre eles o Brasil, já diminuíram suas despesas com vestuário, calçados e acessórios, 48% deixaram de comprar móveis e eletrodomésticos e o mesmo percentual tem ido menos ao cinema, shows e restaurantes.

Para se adaptar ao novo comportamento do consumidor, não basta seguir a tradicional cartilha do varejo. É preciso fazer mais e melhor. Transformar a venda em uma experiência de compra. Comunicar-se de forma objetiva e personalizada com o público-alvo.

Veja a seguir algumas dicas separadas para você ficar por dentro do novo consumidor.

1> CHAMARIZ
‘Promova ações de relacionamento, de entretenimento, faça eventos temáticos, chame o cliente para dentro da loja’, recomenda Marcelo Heidrich Neto, da Ponto de Criação, agência de comunicação de marca. Foi com a implantação do Espaço do Chef, uma área voltada aos chefs de cozinha e futuros profissionais, que a Doural, loja de utilidades domésticas, de São Paulo, virou referência entre os apreciadores da gastronomia. ‘O espaço, inaugurado em dezembro, ampliou nossas vendas em 25%’, afirma o sócio Fernando Abdalla.

2> O HUMOR SEMPRE VENCE
Uma proposta de marketing bem-humorada, no mínimo, chama a atenção. Ainda mais quando o mundo vive um momento de grande instabilidade. ‘Nada mais atual do que levantar o astral do consumidor’, diz Brian Dyches, diretor internacional do Retail Design Institute, com sede nos Estados Unidos. O caminho é apostar nas cores e em um eficiente projeto gráfico que pode ser traduzido, por exemplo, em cartazes ou adesivos aplicados nas paredes e no piso da loja. ‘Além de refrescar o espaço, a estratégia custa um décimo do preço de uma reforma completa e pode ser realizada em pouco tempo’, afirma Dyches. Ele observa que os tons de amarelo, laranja e vermelho estão em alta, porque são alegres e ligados à prosperidade.

3> PODE PEGAR

Se o cliente está reticente, que tal eliminar as barreiras de acesso à loja? Diga ‘não’ aos vendedores com ar de superioridade, aos balcões e, se for o caso, até à porta de entrada. ‘Quanto mais o produto puder ser tocado, maior será a chance de venda’, afirma Eugênio Foganholo, da Mixxer, consultoria de varejo e bens de consumo. Um exemplo clássico, e inspirador nos dias de hoje, é a mesa de experimentação instalada nas lojas da rede O Boticário, que permite ao cliente usar qualquer produto sem ser incomodado. ‘Mais do que nunca, é hora de colocarmos o aviso: pode pegar, no lugar do tradicional não toque’, aconselha Foganholo.

4> COMUNICAÇÃO DIRETA

A loja deve usar a linguagem e os ícones de identificação dos produtos e setores de acordo com o perfil dos clientes que atende. ‘É preciso adotar signos que eles reconheçam como reais. Não basta ser apenas bonito, deve ser eficiente’, diz Beth Furtado, sócia da Alia Consultoria de Marketing. ‘Uma boa saída é optar pelos mesmos ícones adotados no computador, reconhecidos por todos os consumidores.’

5> VISUAL LIMPO

‘Lojas lotadas de cartazes não funcionam mais’, afirma Katia Bello, da consultoria Opus Design. O segredo é destacar apenas a informação relevante, a fim de chamar a atenção do consumidor. ‘Vale a pena comunicar tudo o que servir para incentivar o aumento do tíquete médio e não apenas o preço’, diz Katia. Pode-se destacar, por exemplo, a oferta de kits promocionais (como ‘leve três e pague dois’) e descontos especiais para portadores de cartão fidelidade.

6> EXPOSIÇÃO EFICAZ

‘As gôndolas e prateleiras não podem mais parecer simples expositores de produtos, devem se transformar em um espaço de experiência visual’, afirma Marcelo Heidrich Neto, da agência Ponto de Criação. A ideia é criar ondas de movimento, por meio da combinação de embalagens maiores e menores, da aposta no degradê de cores e do jogo das formas, por exemplo.

 Fonte: http://sergioricardorocha.com.br/

 

Sobre o Autor: Acimaq

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